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Presidente e diretores do Rioprevidência são alvos de operação por aplicações no banco master

  • Foto do escritor: sgoncaloemfoco
    sgoncaloemfoco
  • 23 de jan.
  • 1 min de leitura

A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (23) a Operação Barco de Papel, que investiga o presidente e diretores do Rioprevidência por aplicações financeiras suspeitas no Banco Master. O fundo administra os recursos das aposentadorias e pensões de cerca de 235 mil servidores públicos do Estado do Rio de Janeiro, que agora veem seu futuro previdenciário colocado em risco.


Segundo a investigação, entre novembro de 2023 e julho de 2024 foram realizadas nove operações financeiras, totalizando cerca de R$ 970 milhões investidos em títulos considerados de alto risco. O caso causa indignação por envolver dinheiro destinado exclusivamente à aposentadoria, que deveria estar protegido, e não submetido a operações questionáveis que ameaçam o sustento futuro dos servidores.


Durante a operação, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão na sede do Rioprevidência e em endereços ligados ao presidente e a diretores responsáveis pela área de investimentos. A apuração envolve crimes como gestão fraudulenta, desvio de recursos públicos e fraude à fiscalização, indicando possíveis irregularidades graves na condução do fundo.


Mesmo após alertas do TCE-RJ, os aportes teriam continuado. O episódio se soma a mais um escândalo da gestão do governador Cláudio Castro, reforçando a percepção de descaso com o dinheiro público e ampliando a revolta dos servidores diante da possibilidade de perder o fruto de uma vida inteira de trabalho.




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