Polilaminina avança no tratamento de tetraplégicos e pode chegar ao SUS
- sgoncaloemfoco
- 24 de fev.
- 1 min de leitura
A substância experimental polilaminina, que tem apresentado resultados promissores no tratamento de lesões medulares, poderá ser distribuída gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) após aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O anúncio foi feito pela pesquisadora Tatiana Sampaio, que lidera os estudos sobre a molécula desenvolvida na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Atualmente, a substância está em fase de estudos clínicos autorizados pela agência reguladora.
A polilaminina é baseada em uma proteína com potencial de estimular a regeneração de tecidos nervosos, o que pode representar um avanço significativo para pessoas com lesões na medula espinhal, incluindo pacientes tetraplégicos. Pesquisas iniciais indicam melhora funcional em alguns casos, mas especialistas ressaltam que ainda não há comprovação científica definitiva de cura. As próximas fases dos estudos clínicos são fundamentais para confirmar a segurança e a eficácia do tratamento antes de qualquer uso amplo.
A pesquisa é considerada um marco da ciência brasileira, fruto de décadas de dedicação acadêmica e investimento público. Iniciativas como essa reforçam a importância da valorização da ciência no Brasil, do financiamento contínuo às universidades públicas e da confiança nas instituições de pesquisa. Fortalecer a produção científica nacional é essencial para ampliar o acesso a tratamentos inovadores, reduzir desigualdades na saúde e garantir que avanços médicos beneficiem toda a população.
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