Polícia afirma que jornaleiro foi morto após ser sequestrado em Niterói
- sgoncaloemfoco
- há 7 dias
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A Polícia Civil do Rio de Janeiro concluiu, nesta quarta-feira (28), que o jornaleiro Eduardo Aguiar Ferreira, de 24 anos, foi vítima de homicídio após ser sequestrado na Região Oceânica de Niterói (RJ) em novembro de 2025.
O caso, que vinha sendo investigado desde o desaparecimento de Eduardo no dia 24 de novembro, teve o inquérito finalizado mesmo sem a localização do corpo da vítima. As autoridades reuniram provas técnicas e testemunhais suficientes para indiciar dois suspeitos por homicídio qualificado, com prisão preventiva decretada e cumprida em dezembro passado.
Imagens de câmeras de segurança divulgadas durante as investigações mostram o momento em que o jornaleiro é abordado por três homens e forçado a entrar em um veículo, caracterizando o sequestro. Dias depois, o carro usado na ação foi encontrado carbonizado em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, reforçando a hipótese de que Eduardo foi morto logo após ser levado pelos criminosos.
A investigação aponta que, desde o início, a principal hipótese levantada pela Polícia Civil é de que o crime tenha sido motivado pela comercialização ilegal de cigarros. Segundo os investigadores, Eduardo Aguiar Ferreira atuava há algum tempo no mercado de cigarros contrabandeados, e o sequestro seguido de morte teria relação direta com esse envolvimento.
A polícia trabalha com a linha de que o jovem pode ter sido alvo de criminosos ligados à disputa ou cobrança dentro desse comércio ilegal, hipótese que embasou o indiciamento dos suspeitos e segue sendo aprofundada no inquérito.
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